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O lançamento completo mais recente do projeto Sarah Tudzin apresenta participações especiais de Buck Meek e Alex Menne.
Let Me Do One More oscila entre a brincadeira e a vulnerabilidade bondosa. E embora Sarah Tudzin tenha mostrado essas qualidades nos seus trabalhos antriores, neste carrega o peso dessas emoções com um comando magistral - abraçar a mudança e descobrir as coisas enquanto se atrapalha ao longo do caminho.
Como um todo, Let Me Do One More é mais punk do que seu antecessor e, como os punk rockers australianos Amyl e os Sniffers, Tudzin mistura o pessoal com o político e - de uma forma inteligente e desconfortável - economia com amor.
Este é o tipo de disco para rir, para se enfurecer e chorar, cumprindo a sua promessa inicial de "All rip'rs / No more skip'rs". Cada momento, seja de alegria efusiva ou de terna intimidade, está ancorado a momentos pop bem afiados, proeminentes proezas de engenharia e personalidade extraordinária.

Gravado no outono de 2020, numa antiga igreja em Harlemville, Nova Iorque, From Dreams To Dust é o mais recente registo dos The Felice Brothers, agora com nova secção rítmica: Jesske Hume (Conor Oberst, Jade Bird) no baixo e Will Lawrence na bateria. Com produção da banda e mistura a cargo de Mike Mogis, From Dreams to Dust é de uma criatividade exuberante e urge ser celebrado.

Sufjan Stevens e Angelo De Augustine trouxeram o conceito zen budista de “shoshin” para este trabalho colaborativo que usa o cinema como referência, fazendo referência a filmes tão diversos como O Mágico de Oz, Point Break e O Silêncio dos Inocentes; a interação filme-música age como um esqueleto, mas este registro é realmente uma exploração de como lidamos em um mundo quebrado.
As vozes de Stevens e De Augustine perseguem umas às outras para resolver um conflito central, nos pedindo para ver “lições de metáforas” e “beber do espírito santo”. A música título, com sua melodia de piano comovente e a sensação de que "a vida era apenas uma nova maneira de morrer", prefacia brilhantemente a guitarra solitária do Olimpo, que mais uma vez faz referência a Oz ("não há lugar como o lar"), identificando padrões, não apenas de nossas vidas individuais, mas de civilizações.

A característica hipnotizante da voz da cantora brasileira Liniker é capaz de fazer o seu ouvinte viajar – com suas variações de notas, tons diversos e suavidade de pronúncia – para o universo que ela decide criar nnos seus trabalhos. O álbum “Índigo Borboleta Anil”, é uma prova completa disso. O disco é permite perceber o alcance vocal de Liniker, bem como, a sua capacidade criativa e emocional, onde os afetos, os relacionamentos e reflexões, fazendo de "Índigo Borboleta Anil", uma mistura de samba, MPB, groove e blues, de uma forma extremamente coesa.

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