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Clairo - Sling

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in Discos
julho 17, 2021

Clairo (Clare Cottrill), fará 23 anos no próximo mês, tem vindo a lançar músicas há quase uma década - primeiro covers do YouTube e gradualmente originais, até que “Pretty Girl” (2017). O seu EP de estreia, “Diary 001”, é um clássico do pop, com uma simplicidade que reflete sua juventude, mas também uma profundidade melodica. "Immunity" de 2019, o seu primeiro, foi co-produzido com o cofundador do Vampire Weekend, Rostam Batmanglij, e encontrou seu amadurecimento em composições como "Bags", "Sofia" e na abertura "Alewife,
Escrito e gravado em Nova York, nos Allaire Studios, Sling foi co-produzido por Clairo e o produtor vencedor do Globo de Ouro / Grammy, Jack Antonoff. Clairo foi elogiada pelas suas histórias dignas de um diário, expressos em vocais angelicamente íntimos. A cantora, compositora, multi-instrumentista, inseriu nestas histórias que fazem parte de "Sling".

SOLID GOLD U-ROY

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in Discos
julho 17, 2021

U-Roy , faleceu a 17 de fevereiro deste ano, tinha 76 anos, deixou um legado surpreendente incluindo quase 30 álbuns e uma imensidão de singles.
Filho de um organista de igreja, Ewart “U-Roy” Beckford cresceu rodeado pela música, imerso no jazz importado e singles de R&B que explodiram nas ondas da rádio da Jamaica nos anos 50. Na sua adolescência mergulhou nos sons de nomes como James Brown, Fats Domino e Louis Jordan, foi o criador do estilo vocal rítmico "chatty rhythmic vocal" - um elemento fundamental no desenvolvimento do rap e do hip hop nos anos 1970. Solid Gold U-Roy, que conta com as participações especiais de Ziggy Marley, Shaggy, Mick Jones of the Clash, Santigold, Sly and Robbie, David Hinds of Steel Pulse, entre outros.

Na sua página no tweeter, Marisa Monte, refere-se ao seu novo disco desta forma: "as pessoas às vezes acreditam que está tudo fechado para elas, mas quando se abrem para as oportunidades, conseguem evoluir. “Portas” é sobre a coragem que precisamos ao fazer uma escolha".
Depois de 10 anos sem lançar um álbum de músicas inéditas, Marisa Monte apresenta “Portas”, um disco recheado de parcerias interessantes e que, apenas segue a estética mantida pela cantora há 30 anos. Aos entusiastas do “inovador”, o aviso é que este não é um álbum nada inovador dentro do universo da artista e da MPP. No entanto, o trabalho refinado, traz uma espécie de escape da realidade do caos social em que se está mergulhado no Brasil. “Portas” é poesia pura e de qualidade, do início ao fim, embalada por arranjos impecáveis que resgatam os tempos dos Novos Baianos à Bossa Nova.

O novo trio que reúne Paula Sousa (piano), André Rosinha (contrabaixo) e Beatriz Nunes (voz), editou o seu primeiro disco À Espera do Futuro.
Os três músicos encontraram a sua afinidade no jazz, na tradição da música erudita e da música regional portuguesa e já se encontraram em concerto, em Fevereiro de 2020, em Potsdam, na Alemanha, no ciclo The Voice in Concert.
Com trabalhos anteriores em nome próprio, reconhecidos pela crítica e público, juntam-se agora num disco de composições inéditas.
À Espera Do Futuro foi escrito durante o lockdown pandémico, observando a emergência de diversos fenómenos sociais e políticos. A música deste disco resulta da combinação destas experiências, oscilando entre a catástrofe e a esperança.
O tema “À Espera do Futuro" que dá o nome ao disco, é uma das composições de Paula Sousa, além de "A minha avó tinha uma coisa", uma balada densa que se desenvolve em vários quadros, “Golpe na sorte”, um tango do trágico quotidiano com letra de Beatriz Nunes e “Navegante”, pensado como um chorinho com letra de Pedro Esteves. Beatriz Nunes é a autora dos temas "Olho de pato”, uma composição mais próxima da música exploratória com uma secção de improvisação livre entre os três músicos, "Primeiros Sintomas", com uma vibrante linha de contrabaixo sobre a qual se desenvolve uma melodia de esconjuro, uma homenagem à tradição ancestral portuguesa contra os maus olhados, e "Quantas Horas", uma cantiga de amigo do séc. XXI com uma melodia de contraponto entre piano e contrabaixo. André Rosinha assina o tema “Girassol”, com letra de Beatriz Nunes, uma composição solar sobre um ostinato de piano, e o tema “Voar sobre telhados”, que encerra o disco num cenário contemplativo na combinação entre a voz e a melodia do contrabaixo com arco.

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