De Hélder Mateus da Costa e Maria do Céu Guerra

A pretexto de um encontro entre Erasmo e Thomas More, a quem a Loucura faz companhia, esta é uma comédia que viaja pelos ideais fundadores da Europa ao encontro de Henrique VIII, Damião de Góis, D. Afonso Henriques, Lutero, D. João III e Lucrécia Bórgia.
Sem compromissos com a prisão da cronologia, a partir d’O Elogio da Loucura de Erasmo de Roterdão, A Barraca apresenta uma proposta de reflexão sobre a Europa que fomos e somos.

E é já na próxima semana que estreia LUA AMARELA de David Greig, no Teatro da Politécnica, na 4ª 10 de Novembro.
LUA AMARELA de David Greig Tradução Pedro Marques Com Gonçalo Norton, Rita Rocha Silva, Paulo Pinto e Inês Pereira Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Música Rui Rebelo Assistente Pedro Cruzeiro Encenação Pedro Carraca A Classificar pela CCE
Teatro da Politécnica de 10 de Novembro a 18 de Dezembro
3ª a Sáb. às 19h00

A polícia conhece-o, a segurança social, as crianças, o professor dos ATL da escola, o pessoal auxiliar, o médico, o conselho comunitário e os jovens trabalhadores do clube juvenil da Igreja, toda a gente conhece o Macho Lee.

David Greig, Lua Amarela
São dois adolescentes em fuga. Ela, Leila, é uma garota introvertida apaixonada por revistas de celebridades, ele o mais morto dos rapazes, sem qualquer saída, numa cidade sem saída. E é uma balada, a balada de Lee e Leila.

Fotografia © Jorge Gonçalves

Teatro da Politécnica de 10 de Novembro a 18 de Dezembro
3ª a Sáb. às 19h00

Recuperar o Corpo é uma reunião de solos de um conjunto de artistas cujas atuações, projetadas para palcos que normalmente não o são (casas de banho, caves de antigos bares, latoarias…), surgem marcadas pela relação entre arte e corpo e pela necessidade de entender o ser humano e a sua relação com o seu corpo próprio. Neste projeto, dirigido por Miguel Bonneville, juntam-se espetáculos de Carlota Lagido, Maria Duarte e João Rodrigues, Odete, Rita Só e Mónica Calle, Sónia Baptista, Tiago Barbosa e Tiago Vieira. Todos se reúnem num tema abrangente: o do corpo do intérprete-criador, a partir da premissa de que não há arte sem corpo. Ao fazê-lo, existe como grande propósito a recuperação de um corpo estético pré-reflexivo que faz da sua existência uma contemplação desveladora da sua loucura, em oposição ao pensamento geral que pensa que, no desvelar da loucura, aquilo que se vai encontrar é essencialmente um corpo depressivo ou violento. O corpo aqui é um corpo singular que é experimentado na primeira pessoa e que se rebela para não se deixar reduzir ao ponto de vista exterior e geométrico que o coloca no espaço e o domestica. No limite, estes solos poderiam ser extensões uns dos outros. Revelam-nos o imaginário de artistas que não se deixam aprisionar.

Nos dias 3, 4 e 5 de Dezembro, o Teatro Aberto volta a apresentar o seu programa MÚSICA EM PALCO, com a versão integral de Mahagonny Songspiel, de Bertolt Brecht e Kurt Weill, e canções de The Hollywood Songbook, de Bertolt Brecht e Hanns Eisler, com direcção musical de João Paulo Santos e encenação de João Lourenço. No dia 5 de Dezembro, será realizado também um colóquio em torno deste espectáculo, com João Lourenço, João Paulo Santos e Vera San Payo de Lemos.

Mahagonny Songspiel marca o início da colaboração do compositor Kurt Weill (1900-1950) com o autor Bertolt Brecht (1898-1956). Convidado para participar com uma ópera curta no Festival de Música de Câmara Alemã de Baden-Baden em 1927, o compositor opta por criar um novo género musical, um songspiel, uma peça com canções, a partir dos cinco Mahagonny-Gesänge [Cânticos de Mahagonny] do livro de poemas Hauspostille [Sermões domésticos], de Bertolt Brecht, publicado nesse mesmo ano. Mahagonny é uma cidade fictícia que se apresenta como um paraíso terrestre que depressa se transforma num inferno.

Para prolongar e aprofundar a reflexão sobre os lugares, inclui-se neste espectáculo um conjunto de canções de uma outra obra musical baseada predominantemente em poemas de Brecht: The Hollywood Songbook, da autoria de Hanns Eisler, o compositor com quem Brecht mais colaborou ao longo da sua vida.

Um espectáculo musical a não perder!

HORÁRIOS
Sexta, Sábado 21h30
Domingo 16h

EM TORNO DE MAHAGONNY
DOMINGO 17H30


SALA AZUL

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