"Memórias do Exílio" | Lançamento do livro de Ana Aranha e Carlos Ademar | 24 de Março de 2018

A Voz Online esteve presente no lançamento do livro de Ana Aranha e Carlos Ademar: "Memórias do Exílio".
Conversa com Ana Benavente, Camilo Mortágua e com os autores.
Teatro a Barraca, Cinearte |24 de Março de 2018
Reportagem de Teresa Rouxinol

Festival da Canção | Reportagem à Frente das Câmeras
Os compositores, o júri e o público falaram da sua estreia no Festival da Canção

Festival da Canção | Reportagem
Os protagonistas do lado menos visível do Festival da Canção também têm voz. Fomos conhecê-los

DIA MUNDIAL DA RÁDIO
A VOZ ONLINE assinalou a dia Mundial da Rádio, comemorado no dia 13 de fevereiro, com uma entrevista a António Macedo e uma visita ao Museu da Rádio.
António Macedo, uma vida dedicada à rádio, 67 anos de idade, 46 anos como profissional de rádio.
Teresa Rouxinol foi até ao estúdio da RDP, onde diáriamente pela manhã António Macedo nos faz companhia. A estrevista contou com a auda do técnicoda RDP, João Carrasco.

E no dia da Rádio, o mais indicado é fazer uma visita ao Museu da Rádio. Ainda jovem a Rádio em Portugal, perto de completar 100 anos, tem um museu que merece uma visita. Assim, como conhecer a história da nossa rádio.
Teresa Rouxinol foi acompanhada nesta visita pela responsável do museu, Maria do Rosário Vivaldo.

Projecto Pa-redes

Financiado pelo Programa PARTIS – Fundação Calouste Gulbenkian

A reportagem realizada pela Teresa Rouxinol, no passado dia 27 de janeiro, sobre o projecto Pa-redes, um espaço inclusivo vocacionado para o desenvolvimento social e comunitário através da criatividade, da arte e da valorização da identidade local, um projecto de arte em contexto social e local.
Financiado pelo Programa PARTIS – Fundação Calouste Gulbenkian, este projecto conta com uma alargada rede de parceiros transversal às diversas áreas de intervenção: social, comunitária, educativa e artística.

RECRIAÇÃO HISTÓRICA

Retratos da vida quotidiana do século XVIII

 O Palácio do Marquês de Pombal encerra um dos mais valiosos legados históricos da segunda metade de setecentos ao nível nacional. Das artes decorativas, que nos dão, através dos azulejos, uma visão detalhada da vida e dos costumes naquele período, aos hábitos de uma família única no contexto português, representativa das transformações que se operavam por toda a Europa, salientando-se uma das figuras mais proeminentes e controversas da nossa história. Tudo se unifica num espólio material e imaterial que nos permite desvendar vários aspectos da vida cultural e social da época do Marquês de Pombal e do quotidiano no palácio no seu tempo.

Os “Retratos da vida quotidiana do século XVIII” abordarão algumas das temáticas ilustrativas das vivências no palácio na segunda metade deste século das Luzes, através da recriação de cenas ou Retratos, às quais os actores darão vida. Estas serão concebidas de acordo com a função das salas onde acontecem e inspiradas nas representações artísticas nelas focadas, num diálogo entre a história ali contida, o teatro como meio de a comunicar, e das artes que nos envolvem e que nos falam do trabalho, do ócio, das festas.

Neste contexto, as partidas, as assembleias e os saraus, constituíam as principais manifestações de mundanidade e cultura nos palácios portuguesas deste tempo. Tratava-se de reunir um grupo mais ou menos alargado de pessoas, que conversavam, jogavam, diziam poesia, tocavam e ouviam música.

É precisamente com um destes saraus musicais e poéticos que encerramos os Retratos, que permitirão a viagem a uma das casas onde mais se promoveu a cultura e a sociabilidade nesta segunda metade do século XVIII.

Sarau

Os saraus, as partidas e as assembleias constituíam as principais manifestações de mundanidade e cultura nas casas nobres portuguesas da segunda metade do século XVIII. Tratava-se de reunir um grupo mais ou menos alargado de pessoas, que conversavam, jogavam, diziam poesia, tocavam e ouviam música. Foi neste período que as modinhas brasileiras começaram a circular em Lisboa com grande sucesso em interacção com peças portuguesas, a Ópera e a música de câmara europeias. Convidamo-lo a participar no sarau, onde poderá vivenciar um desses momentos intimistas da prática musical e poética, em contexto doméstico, tão em voga no século das Luzes.

 Visita Encenada – “Aos sábados no palácio”

Jocelina, uma criada atrevida e curiosa, é surpreendida com a chegada de convidados que não esperava. Mais dada à conversa do que ao trabalho que a sujeita, conduz o grupo através dos diversos espaços da casa, que tão bem conhece, desvelando a vida e histórias de seus amos, que se encontram fora. Mas há quem esteja ocupado a preparar um serão dedicado aos donos da casa. Entre a poesia e os jogos nos jardins, o público é chamado a testemunhar e até a participar nestas diversões próprias das quintas de recreio do século XVIII.

 Raquel Coelho

A VOZ ONLINE na apresentação do Festival da Canção 2018

A VOZ ONLINE, pela mão de Teresa Rouxinol, esteve no Hub Criativo, no Beato em Lisboa, nesta quinta-feira, onde a RTP divulgou os intérpretes e demais novidades do Festival da Canção 2018.

Ser ou Beber Eis a Questão

Os serões de Quarta-feira do Bar A Barraca agora têm literalmente um novo sabor através do espetáculo da Sociedade Anónima de Actores Quase Sóbrios que convida desde logo o público a beber um shot de boas vindas para aquecer e animar o espírito como forma de preparação para o que está para acontecer de seguida.
Reportagem de Héder Santos 

“O som das coisas” – Valdevinos Teatro de Marionetas
Enquanto o pai de Ema arruma a roupa que apanhou da corda, repara que uma das meias fica para trás. O seu par está perdido. Mas para onde vão afinal as meias perdidas na máquina de lavar? Ema e a sua amiga Maria Pimenta (a sua gata) partem em busca do par desaparecido e descobrem que dentro de casa, existe um mundo de coisas para descobrir.
Uma viagem contada através dos sons e da musicalidade dos objetos que habitam a nossa casa. Cada corredor esconde uma aventura e debaixo de cada tapete há um mistério por desvendar. Há afinal um local para onde vão todos os objetos perdidos?
Ficha artística e técnica
Autoria Yolanda Santos | Encenação Fernando Cunha | Interpretação Ian Mendoza e Margarida Coelho | Música Ian Carlo Mendoza | Marioneta Ana Pinto | Cenografia e Adereços Ana Pinto e Fernando Cunha |Ilustração e Design Gráfico Norma Carvalho | Fotografia e Vídeo Ricardo Reis | Som/Luz Carlos Martins | Produção Ana Pinto

Refood, fazer do desperdício refeição
Uma reportagem de Teresa Rouxinol

Eliminar o desperdício de alimentos e a fome, envolvendo toda a comunidade numa causa comum é a missão da Refood, projeto humanitário que aspira a um mundo novo onde todos têm a comida de que necessitam e em que se reduz significativamente a quantidade de resíduos produzidos nas cidades.
A Refood é uma organização independente, sem fins lucrativos, conduzida por cidadãos voluntários, que recolhem a comida que sobra nos restaurantes, supermercados, padarias, cafés, pastelarias, hotéis, etc. e distribuem por aqueles que necessitam. Desta forma, pretende reduzir o desperdício alimentar, atenuando a fome e diminuindo a quantidade de resíduos que, de outra forma, acabariam nos aterros sanitários, agravando o problema da gestão dos resíduos nas cidades.

‎Teatro TapaFuros - A Terceira Miséria de Hélia Correia
Reportagem de Héder Santos

Mergulho num Egeu que parece todo calma. A Europa aparece, longe, resplandecente e lembrando o berço. Agora esquecido num qualquer canto da grande casa. Nossa? Os deuses desertaram, abandonando os sapatos, homens e mulheres, esqueceram-se. Esqueceram?

A Terceira Miséria desvela-se: poetas que cantam a solene Grécia, desencontro de seres que desejam Beleza, povos do sul que se aquecem ao sol do meio dia. Cigarras e formigas podem viver na mesma prodigiosa Terra?

Por hora fica a nossa gratidão a todos os presentes que aqueceram a sala esta noite e um especial abraço ao Hélder Santos e á Ana Rita Raposo da Voz Online Rádio

A TERCEIRA MISÉRIA de Hélia Correia
em exibição na Sociedade União Sintrense
24 NOV · 9 DEZ 2017
Sextas e Sábados | 21h30

 

">

Marcha contra a violência sobre as mulheres

Marcha Contra a Violência Sobre as Mulheres Assinalando o Dia internacional contra a Violência Doméstica, realizou-se uma marcha que começou com uma concentração no Largo do Intendente, em Lisboa, onde foram recordados os nomes das mulheres que morreram este ano em Portugal vítimas de violência de companheiros ou ex-companheiros. VOZ ONLINE ouviu Elisabete Brasil da UMAR.

(publicado em 25/11/2017)

VOZ ONLINE é o nome da rádio licenciada pela Associação Voz Online Rádio - ARDVOZ.

Todos os direitos reservados.

 

 

 

 

 

 Registada na ERC com o nº 700077

Rua Febo Moniz, nº 13, r/c
1150-152 Lisboa

Please publish modules in offcanvas position.