O arquivo de José Mário Branco já está disponível na internet.

Voz online esteve presente na apresentação do arquivo digital. O arquivo está disponível na internet e resulta de um trabalho de investigação do Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical da Universidade Nova de Lisboa A sessão de apresentação contou com a presença de meia centena de pessoas de todas as gerações.

A base de dados, agora disponível na internet, conta já com cerca de oitenta por cento do arquivo do músico, o equivalente a mais de mil documentos, que incluem letras de canções, fotografias, anotações sobre peças de teatro, partituras, cartas, alinhamentos de espetáculos, maquetas, entre outros.
Este projeto começou a ser desenvolvido há mais de três anos e resulta de um trabalho de investigação do Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM) da Universidade Nova de Lisboa, coordenado pelo professor Manuel Pedro Ferreira, diretor executivo do Centro e especialista em História da Música.
José Mário Branco na sua intervenção no inicio da sessão de apresentação falou sobre a questão dos direitos de autor. O Criador de “Mudam-se os tempos mudam-se as vontades” não se considera dono daquilo que inventou, pois considera que a obra artística só existe quando é partilhada.
A partir de hoje os estudiosos ou simplesmente os que gostam da musica, já podem aceder ao arquivo de José Mário Branco, aqui. Isto na mesma linha do que já acontece com a obra de João Loio, Luis Cilia e de José Afonso, neste caso num trabalho desenvolvido Mário Lima. Para os interessados, a obra de João Loio pode ser encontrada aqui. No caso de Luis Cília o arquivo encontra-se aqui. A Discografia e Biografia completa de José Afonso encontram-se em dois sites: a discografia e a biografia.

E assim se confirma as palavras de José Mário Branco: “A obra do artista só existe quando é partilhada”.

JAZZ & TAL

Charlie Haden, foi um dos mais prolíficos Contrabaixistas de Jazz e outras mesclas entre a segunda metade do séc. XX e a primeira década do séc. XXI, detentor de um som muito característico e de uma linguagem sóbria mas envolvente. Trabalhou com grandes nomes do Jazz e não só. Charlie Haden atuou pela primeira vez em Portugal, na primeira edição do Cascais Jazz, em 1971, e dedicou a interpretação de "Song for Che" aos movimentos de libertação de Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde e Moçambique, tendo sido expulso de Portugal pela Pide. Em 1983, no disco "The Ballad of the Fallen", gravou a sua versão de "Grândola, vila morena", de José Afonso.

OS CANTOS DA CASA

Espírito ― Contrário da escuridão, 2018.

Chico Gouveia ― Amarantina, 2018.

José Mário Branco ― FMI, 1982.

Luís Barrigas + Desidério Lázaro ― 2.30, 2016.

S. Pedro ― O fim, 2017.

DISCOCRACIA

“ODES ANACREÔNTICAS”
Hendrix, o mago das seis cordas era avesso a tocar para grandes públicos. O Woodstock, no máximo da sua lotação atingiu os 400.000, numa média de 200.000 pessoas a assistir aos concertos que começaram no dia 15 de Agosto. O músico decidiu abdicar do horário que lhe haviam escolhido no cartaz, à meia-noite, e aguardar que o recinto fosse “esvaziando”.
O guitarrista interpretou o hino nacional norte-americano, o “Star Spangled Banner”, numa versão carregada de feedback, com abuso da alavanca de vibrato, distorção e sustain, para procurar evocar ataques aéreos e as explosões dos bombardeamentos de napalm, numa alusão ao conflito no Vietname. E muito mais, nesta edição de DISCOCRACIA
Abre com JIMI HENDRIX e a audição na integra de GOGO PENGUIN – A HUMDRUM STAR e JACK DEJOHNETTE, LARRY GRENADIER, JOHN MEDESKI, JOHN SCOFIELD - HUDSON. Encerra com JONI MITCHELL.

APÓSTROFE

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas; dia de Santo António, marchas e sardinhas – não haverá semana mais “portuguesa” do que a segunda semana de Junho. Também não irá haver Apóstrofe mais portuguesa que a desta semana, onde toda a música escolhida é produto nacional – do bom e fresquinho! Dos antigos às novas gerações, vamos celebrar a música com selo português.

LADO B

Tiago Torres da Silva é um homem de 7 ofícios. Poeta, letrista, encenador, dramaturgo são apenas alguns dos seus talentos. Hoje vai estar no Lado B à conversa com Teresa Rouxinol a propósito do mais recente livro de letras para Fado, do espectáculo "Pela Água" e muito mais.

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